Haddad planeja deixar o Ministério da Fazenda até março e articula Durigan como sucessor

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avalia deixar o comando da pasta até março, antecipando o prazo de desincompatibilização exigido para quem pretende atuar diretamente no cenário eleitoral. A movimentação vem sendo discutida internamente e indica um planejamento gradual para sua saída, evitando rupturas bruscas na condução da política econômica.

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Nos bastidores, a leitura é de que Haddad deseja concluir etapas consideradas centrais de sua gestão antes de entregar o cargo. Entre elas, está a implementação de medidas fiscais com impacto direto na população, que devem começar a ser sentidas nos primeiros meses do ano. O ministro tem sinalizado que pretende acompanhar esse processo de perto antes de formalizar sua saída. A articulação também envolve a sucessão no comando da Fazenda.

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O nome mais cotado é o de Dario Durigan, atual secretário-executivo do ministério e homem de confiança de Haddad. Com perfil técnico e participação direta nas principais decisões da pasta, Durigan é visto como uma opção capaz de garantir continuidade à política econômica em curso.

A escolha de um sucessor alinhado faz parte de uma estratégia para preservar estabilidade e previsibilidade, especialmente em um momento sensível para a economia. A transição, se confirmada, deve ocorrer de forma planejada, com Haddad participando ativamente da passagem de comando.

Apesar das articulações, a decisão final caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deverá ponderar fatores políticos e econômicos antes de bater o martelo. Até lá, o cenário segue em aberto, mas a sinalização de Haddad reforça que a sucessão na Fazenda já está no horizonte do governo.

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