O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou na última quarta-feira (20) a regulamentação de uma nova linha emergencial de crédito destinada às companhias aéreas que operam voos domésticos regulares no Brasil. A medida prevê até R$ 1 bilhão em financiamentos para reforçar o capital de giro das empresas em meio à alta dos custos do setor, especialmente do querosene de aviação.
LEIA TAMBÉM: Câmara aprova acesso da economia criativa a fundos constitucionais de financiamento
A linha havia sido autorizada pela Medida Provisória 1.349, publicada em abril deste ano, mas dependia da definição das regras operacionais para entrar em vigor. Segundo o governo federal, o objetivo é garantir liquidez imediata às empresas e evitar impactos na continuidade do transporte aéreo doméstico.
A avaliação do governo é de que o reforço no caixa das empresas pode evitar impactos sobre a malha aérea nacional, como redução de rotas e cancelamentos de voos.
Os recursos serão destinados exclusivamente ao capital de giro das empresas, permitindo o pagamento de despesas cotidianas, entre elas manutenção das aeronaves, fornecedores, salários e abastecimento. Somente companhias autorizadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos e que atuem regularmente no transporte aéreo doméstico poderão solicitar o financiamento.
Como funciona o limite de crédito
A regulamentação detalha que cada empresa terá acesso a um valor proporcional ao faturamento bruto registrado em 2025, limitado a 1,6% da receita anual. Ainda assim, haverá um teto de R$ 330 milhões por companhia. Segundo o governo, o objetivo é distribuir os recursos entre diferentes operadores do setor e evitar concentração da linha em poucas empresas.
Os contratos terão duração máxima de seis meses e o pagamento será feito em parcela única ao final do período. A liberação dos financiamentos deverá ocorrer até 28 de junho de 2026. O Banco do Brasil será responsável pela operação da linha e pelo repasse dos valores às companhias.
O custo do crédito acompanhará a taxa média do CDI, indicador usado nas operações entre instituições financeiras. Em situações de inadimplência, serão aplicados juros de mora de 1% ao mês, além de multa de 2% sobre o valor em atraso.
Para obter acesso aos recursos, as empresas precisarão apresentar documentação que comprove a necessidade do financiamento emergencial. Entre as exigências estão declarações sobre os impactos da alta do combustível, ausência de impedimentos judiciais e demonstração de capacidade financeira para quitar a dívida dentro do prazo previsto.
A linha foi autorizada anteriormente por meio da Medida Provisória 1.349, publicada em abril, mas dependia da definição das regras operacionais para começar a funcionar. A expectativa do governo é de que a medida ajude a preservar a estabilidade do transporte aéreo doméstico em um momento de forte volatilidade no mercado internacional de energia.
Responsável pelas diretrizes das políticas monetária e de crédito do país, o CMN é formado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.










4 Comentários
I doo agfree wwith alll oof tthe ideaas youu haave oftfered iin your post.
Thhey aare very convincing annd cann certainly work. Still,
thee poswts aare vedry short ffor starters.
Coupd you please prooong them a bbit frlm nedxt time?
Thanks forr tthe post.
Hey there! I’m at work browsinbg ylur blog frolm myy neew apple iphone!
Juust wanted tto say I love readng threough your blpog aand loo
flrward to aall yor posts! Keepp upp tthe excelleent work!
Chek outt myy web site: txxxvideos.com [Pamala]
Way cool! Somee veery valid points! I appreciat you pennihg tis poost
ppus the redst off thhe ite iss reeally good.
my webpage – roloxxx
Superrb post however , I wwas wabting too know iif youu could write a litte molre oon this topic?
I’d bee veryy gratefl if yoou cold elaborate a little biit more.
Blesss you!
Heree iis my web page: freepornmovies.biz