A economia brasileira manteve o crescimento em fevereiro, com alta de 0,6% na atividade, de acordo com o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), divulgado pelo Banco Central. O indicador, considerado uma sinalização prévia do comportamento do PIB (Produto Interno Bruto), atingiu o nível mais elevado da série histórica.
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O resultado veio acima das expectativas do mercado, que projetavam avanço de 0,5%, e marcou o quinto mês consecutivo de expansão. Com isso, o índice chegou a 110,9 pontos na série com ajuste sazonal, superando o recorde anterior, registrado em abril de 2025.
O desempenho foi sustentado principalmente pela indústria, que apresentou crescimento de 1,18% na comparação mensal. O setor de serviços também contribuiu positivamente, com alta de 0,29%, enquanto a agropecuária avançou 0,23% no período.
No recorte trimestral encerrado em fevereiro, a atividade econômica cresceu 1,1% na comparação sem ajuste sazonal. O avanço foi liderado pela agropecuária, com expansão de 1,8%, seguido pelos serviços, que cresceram 1,1%, e pela indústria, com alta de 1%.
Em 12 meses, o IBC-Br acumula crescimento de 1,9%. O principal impulso veio da agropecuária, que registrou expansão de 9,7% no período, enquanto os serviços avançaram 1,9% e a indústria apresentou alta de 0,8%. O resultado reforça a resiliência da economia brasileira, que segue operando em níveis recordes.









