Lei Magnitsky: EUA retira nome de Moraes e de sua esposa da lista de sanções

Alexandre de Moraes estava sob a Lei Magnitsky desde julho deste ano, com a justificativa do governo americano que o ministro “autorizava prisões preventivas arbitrárias” e suprimia a liberdade de expressão do Brasil. As sanções contra sua esposa Viviane começaram em 22 de setembro.

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Esta lei está na legislação dos Estados Unidos, e existe desde 2012. Ela permite que o governo imponha sanções econômicas a acusados de corrupção ou a quem fira direitos humanos. Também pode bloquear contas bancárias, e bens em solo americano, além de impedir que a pessoa afetada viaje para os EUA.

Donald Trump, presidente dos EUA, criticou Moraes em diversas oportunidades nos últimos meses, citando as condenações do ex-presidente Jair Bolsonaro, que considera injustas. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por 5 crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado.

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Lula conversou com Trump sobre sanções

O presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva (PT), esteve em reuniões com Trump, e conversou com o mesmo sobre essa ação do governo americano, além de negociar as taxas que os EUA colocaram em produtos brasileiros. Com o anúncio da retirada, os aliados do governo veem isso como uma vitória do governo, e uma perda da oposição.

Reação de Eduardo Bolsonaro

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) que está morando nos Estados Unidos desde o começo do ano, lamentou em sua conta do X, a notícia, em nota assinada com Paulo Figueiredo, aliado do deputado. Ambos são apontados como os principais articuladores para que houvesse às sanções ao ministro.

Autor

  • Anita Maia

    Jornalista em seu 2 ano da faculdade (FAM). Experiência como redatora, fotógrafa e apresentadora.

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