O São Paulo começou a partida impondo seu ritmo, ocupando o campo ofensivo e pressionando a saída de bola do Juventude. A superioridade logo se refletiu no placar. Ainda na primeira etapa, Luciano apareceu bem na área para marcar de cabeça, após cruzamento preciso de Lucas Ramon, abrindo o placar no MorumBIS. O gol reforçou o domínio tricolor, que seguiu controlando a posse de bola e limitando as ações ofensivas da equipe gaúcha.
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Expulsão amplia controle, mas falta eficiência
Logo no início do segundo tempo, o cenário ficou ainda mais favorável. Diogo Barbosa foi expulso, deixando o Juventude com um jogador a menos. Com vantagem numérica, o São Paulo passou a pressionar de forma ainda mais intensa, acumulando finalizações e rondando constantemente a área adversária. Faltava, porém, o principal: transformar as chances em gols.
Pênalti perdido simboliza noite de desperdício
A grande oportunidade de ampliar o placar veio em cobrança de pênalti. Jonathan Calleri assumiu a responsabilidade, mas parou em defesa do goleiro Pedro Rocha. O lance simbolizou a noite tricolor: domínio, volume e criação, mas pouca eficiência na hora de definir. Até o apito final, o roteiro se repetiu, com o São Paulo no campo de ataque e o Juventude resistindo para manter o placar mínimo.
Confronto segue aberto para o jogo de volta
Apesar da vitória, o resultado por apenas um gol de diferença mantém o duelo totalmente aberto. A decisão da vaga nas oitavas de final acontece no dia 13 de maio, em Caxias do Sul, no estádio Alfredo Jaconi.
Próximos jogos antes da decisão
Antes do confronto decisivo, as equipes voltam suas atenções para o Campeonato Brasileiro Série A e Série B.
O São Paulo enfrenta o Mirassol no sábado (25), enquanto o Juventude encara o Londrina no mesmo dia.
Protestos aumentam pressão nos bastidores
O clima no MorumBIS já era de tensão antes mesmo da bola rolar. Torcedores do São Paulo protestaram contra a diretoria, com críticas ao trabalho do departamento de futebol e pedidos pela saída do dirigente Rui Costa.
A atuação dominante, mas pouco eficiente, acaba mantendo a pressão sobre o ambiente político e esportivo do clube.








