A cidade do Rio de Janeiro volta a investir no setor de moda como vetor de dinamização econômica com a estreia do Rio Fashion Week 2026. Nos dias 15 a 18 de abril, o Palácio da Cidade e o Pier Mauá, foi estruturada para atrair público e profissionais do setor, combinando desfiles, ações de marca e experiências paralelas, como curadoria gastronômica.
Leia também: Do agronegócio a primeira edição do Rio Fashion Week, como a economia brasileira se movimenta: Rio Fashion Week, pode movimentar até R$ 100 milhões para economia cariocaConforme o estudo “Rio Fashion Week 2026: Potenciais Impactos Econômicos ”elaborado pela administração municipal indicam que eventos desse porte, como por exemplo“Todo mundo no Rio” têm capacidade de irradiar impactos para além da organização direta, alcançando desde fornecedores até o varejo local.
A expectativa do poder público é de um efeito multiplicador relevante, impulsionado não apenas pela venda de ingressos, mas principalmente pelos gastos associados à cadeia de turismo e serviços, como hotelaria, alimentação e transporte.
A estimativa é que a movimentação financeira alcance a casa das centenas de milhões de reais, ancorada também em rodadas de negócios e conexões comerciais promovidas durante a semana.
O movimento ocorre em um contexto em que a indústria da moda mantém peso significativo na economia carioca. Cerca de 6,6 mil empresas de moda, o equivalente a 4,6% do total da cidade. O segmento reúne 49,2 mil empregos formais e 41,7 mil MEIs, totalizando mais de 90 mil profissionais, com massa salarial anual estimada em R$ 3,7 bilhões.
A realização do projeto conta com a participação da IMM, responsável também pelo São Paulo Fashion Week. A parceria sinaliza uma tentativa de reposicionar o Rio no circuito nacional e internacional da moda, criando uma plataforma voltada à expansão de negócios, visibilidade de marcas e integração com mercados globais.
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