Neste domingo (14), através de um comunicado oficial enviado à imprensa, o Partido Republicanos negou a informação de que estaria apoiando a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência da República e a suposta indicação de Marcos Pereira ao STF como parte do suposto acordo com o candidato.
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Além disso, o partido revelou que o suposto encontro entre Marcos Pereira e Flávio Bolsonaro teria ocorrido há mais de um mês e que todos os assuntos discutidos entre eles não estariam relacionados à sua candidatura à presidência da República. Eles ainda afirmaram que todo o conteúdo abordado na reportagem não era verídico. A nota ainda explicou a decisão de não apoiar a pré-candidatura do filho de Bolsonaro, pois, segundo eles, o presidente Marcos Pereira estaria “frustrado” com a decisão de Flávio de disputar a presidência.
E declarou uma certa imparcialidade perante as eleições deste ano, mas descartou qualquer chance de apoio ao atual presidente Lula. O partido ainda comunicou que pretende realizar outras reuniões ainda neste mês, semelhantes à que ocorreu em São Paulo com Flávio Bolsonaro. O partido finalizou a nota comunicando que a resolução final em relação aos Republicanos será determinada em Convenção Nacional em Brasília, e pediu que a matéria que publicou a informação falsa seja corrigida o mais rápido possível.

Equipe de Flávio Bolsonaro também desmentiram a informação
Logo após a nota publicada pelo Partido Republicanos, o senador Roberto Marinho, que atualmente vem atuando como coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à presidência, desmentiu a notícia do suposto acordo entre o partido e o candidato.
“A pré-campanha de Flávio Bolsonaro desmente, de forma categórica, a informação de que um eventual apoio do Republicanos esteja condicionado à indicação de seu presidente, Marcos Pereira, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Essa hipótese é absolutamente falsa e jamais foi objeto de qualquer conversa ou negociação.” disse o senador
O senador ainda ressaltou que alianças políticas são realizadas a partir da união e dos objetivos entre ambas as partes, e não como uma troca de favores ou de cargos políticos, como foi citado na reportagem.








