No último dia 5, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um novo pedido para que ele retorne à prisão domiciliar. Os advogados alegam uma piora acentuada em seu quadro de saúde, citando sintomas como episódios de vômito e riscos neurológicos. No entanto, o laudo da Polícia Federal (PF) indicou que as comorbidades podem ser tratadas dentro da unidade prisional.
Segundo a perícia, não foram identificados quadros graves, como pneumonia aspirativa ou depressão pontos que haviam sido levantados informalmente por aliados. O documento conclui que não há urgência para hospitalização e que as condições de saúde de Bolsonaro podem ser monitoradas e tratadas adequadamente no sistema prisional onde ele se encontra.
O caso agora retorna às mãos do ministro Alexandre de Moraes, que deve decidir nos próximos dias se mantém o regime fechado ou se abre exceções para o tratamento médico do ex-presidente.
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