Alexander Barboza foi regularizado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF, e apresentado oficialmente pelo Palmeiras durante a tarde desta quinta-feira (16), na Academia de Treinamentos do clube.
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Acompanhado de sua esposa e filhos, o atleta concedeu uma coletiva à imprensa, falou sobre seu futuro no clube, sobre a escolha de seu número, Botafogo e Abel Ferreira. O jogador tem vínculo até dezembro de 2028 com opção do clube de prorrogação por um ano.
“Sei que estou muito feliz aqui, de verdade. Eu sou um atleta muito profissional, que se dedica toda hora, seja nas férias ou durante a temporada. Isso é fundamental. Eu sou um cara que quer sempre melhorar. Isso me trouxe até aqui hoje, e o clube preparou uma pré-temporada especial para mim nesses 45 dias, até por isso não joguei os primeiros jogos-treino”
Nascido na Argentina, passou por clubes como Atlético de Rafaela-ARG, Defensa y Justicia-ARG, Libertad-PAR, chegando ao Brasil em 2024 e atuando pelo Botafogo, onde se tornou ídolo dos botafoguenses após conquistar uma Libertadores e Brasileirão.
“Eu tive que brigar em todos os clubes que joguei (pela titularidade), mas uma briga sadia. Aqui tem zagueiros tops, no Botafogo também tinha. Eu vivo para ganhar, não gosto de perder, assim como gosto de ser protagonista e não ficar no banco. Farei de tudo para ganhar a posição. Há muitos zagueiros bons, a briga não será fácil, mas farei o meu trabalho para que isso aconteça”, afirmou. “Hoje a dupla titular é o (Gustavo) Gómez e o Murilo, tenho de fazer o meu trabalho. Gosto muito de jogar com três zagueiros, eu me sinto muito seguro também. Se Deus quiser, vai dar tudo certo. Temos um elenco para brigar por tudo”
Barboza comentou sobre a escolha do número 2 em sua camiseta, admitindo não gostar de repetir a numeração pelos clubes que passa.
“Se fosse para pegar um número para a vida toda seria o 6, mas o número 6 não estava disponível. Cada clube tem uma história, e eu tento marcar a minha história no clube e não gosto de repetir a camisa. Eles me mostraram os números que estavam livres, eu já tinha usado a camisa 2 na base do River (Plate-ARG). Tinha a camisa 5 para escolher, mas eu usei no time profissional do River. A camisa 20 estava disponível também, mas é uma forma de respeitar o Botafogo. Quis pegar a camisa 2 e, com certeza, vou marcar a minha história com essa camisa também”

O mesmo revelou que não conversou com o treinador palmeirense durante as negociações, e elogiou o trabalho do português
“Não falei com o Abel durante a negociação. Ainda estou esperando uma reunião com ele para falar. Não precisa falar muito também, ele sabe do que precisa e eu também. Quero ser um cara ganhador aqui no Palmeiras.”
“O primeiro jogo que enfrentei o Palmeiras do Abel, já tinha visto antes. É um clube muito grande, competindo internacionalmente, mas enfrentar foi diferente. Jogamos a primeira no Nilton Santos e vi a vontade deles de ganhar. Sempre falei com cada cara que me perguntou que eu sentia que o Palmeiras tem uma ideia muito concreta. Não pode negociar as vitórias.”
Perguntado sobre a possível vinda do meia Danilo, e revelou brincadeiras feitas com o ex-colega de clube.
Eu amo o Danilo também, ele sabe, sempre brinco com ele para vir aqui. A negociação é algo pessoal, prefiro só olhar e não acreditar no que se fala. Todo dia é uma notícia diferente. Se tiver que vir, vai vir, é um ótimo jogador. O importante é ele ser feliz
O Palmeiras tenta negociar a volta da cria da academia, e no momento reavalia a proposta feita antes da Copa do Mundo.








