Forças de Defesa de Israel revelaram terem realizados ondas simultâneas de ataques contra o Irã e o Hezbollah no Líbano, durante o fim de semana. Segundo as informações divulgadas pela IDF, mais de 200 alvos iranianos e libaneses teriam sido atingidos pelo exército israelense.
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Eles ainda informaram que todos os depósitos iranianos que armazenavam armas e mísseis balísticos foram destruídos pelas tropas, e que, de acordo com eles, esses ataques ajudaram a enfraquecer o poder militar de Teerã. Já no Líbano, os militares informaram que o centro de comando de inteligência de Hezbollah e um quartel-general do sistema de defesa do grupo teriam sido atingidos. Além disso, a capital do país, Beirute e outras regiões também foram bombardeadas pelo exército.
“As Forças de Defesa de Israel continuarão a enfraquecer o regime iraniano e a organização terrorista Hezbollah, com o objetivo de reduzir o alcance dos ataques direcionados ao Estado de Israel”, afirmou um comunicado das Forças de Defesa de Israel. revelou o exercito israelense.
Guerra já deixa mais de mil mortos no Líbano e no Irã
Desde o dia 2 de março, ao todo mil pessoas foram mortas durante o conflito entre Israel e o grupo Hezbollah e um milhão de civis libaneses foram obrigados a se deslocarem. Segundo informações divulgadas pelo Ministério de Saúde do Líbano, mais de 100 crianças teriam sido mortas pelas forças de defesa de Israel desde do início do confronto.
Apesar das autoridades iranianas não estarem mais atualizado os número de mortes na guerra, o ministro de das relações exteriores do país, Abbas Araghchi relatou que no dia 22 de março centenas de civis iranianos, incluindo 200 crianças teriam sido mortas pelos bombardeios de Israel.
A agência de Notícias dos Ativistas dos Direitos Humanos (HRANA), sediada nos EUA e responsável por monitorar situações de conflito no Irã, também notificou os números de mortos no país no dia 17 de março, revelando que ao menos 1.354 civis, dentre elas 207 crianças, foram mortas desde o começo do confronto. Eles ainda informaram que mais de mil militares teriam sido mortos.









