Nesta segunda-feira (6), o nome do cantor Amado Batista apareceu na atualização da “lista suja” do trabalho escravo, divulgada pelo governo federal, que expõe empregadores que exploram trabalhadores em condições ilegais no Brasil.
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A lista, atualizada semestralmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), tem como objetivo dar transparência às ações de fiscalização relacionadas à exploração de mão de obra análoga à escravidão. A inclusão de nomes ocorre após a conclusão de processos administrativos, quando não há mais possibilidade de recurso. Entre os critérios considerados estão a submissão de trabalhadores a jornadas exaustivas, condições degradantes ou trabalho forçado, práticas que podem gerar sanções e restrições comerciais aos empregadores envolvidos.
Em nota, a defesa de Amado Batista negou as acusações e afirmou que não houve resgate de trabalhadores nas propriedades citadas pelo MTE, destacando que eles continuam atuando no local. A defesa também declarou que as irregularidades envolveram uma empresa terceirizada contratada pelo cantor e que as falhas apontadas em uma fiscalização realizada em 2024 foram prontamente corrigidas.
Estar na lista pode trazer impactos negativos, como dificuldade para obter crédito e prejuízos à imagem pública. No caso de Amado Batista, a inclusão chama atenção por se tratar de uma figura pública conhecida nacionalmente.
O caso reacende o debate sobre a fiscalização e o combate ao trabalho análogo à escravidão no país, especialmente diante dos desafios para identificar e punir esse tipo de prática









