O técnico Juan Pablo Vojvoda elogiou o retorno de Neymar, valorizando o compromisso do atacante com o clube, mas evitou confirmar sua utilização no jogo contra o Palmeiras, que será disputado em gramado sintético.
“Ainda não planejei o jogo do Palmeiras, mas está na minha cabeça. Que jogadores vamos relacionar, ainda não sabemos. Vamos analisar. Conversando com Neymar, passou por muitas batalhas. O melhor que pode fazer o técnico é escutá-lo. Sabemos que não é mais um, é um jogador muito importante não somente para o Santos, mas para o mundo do futebol. Sabemos a realidade do gramado sintético. Eu quero Neymar até o fim do ano. Quero terminar esse ano com Neymar dentro do campo” – desconversou.
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Sobre o confronto no estádio com piso artificial, Vojvoda se mostrou cauteloso. Questionado se disponibilizaria Neymar para o duelo, ele reafirmou a importância de proteger o atleta e afirmou que a comissão técnica ainda avalia “qual o melhor momento” para sua volta. As declarações refletem o equilíbrio entre o desejo de contar com um dos astros da equipe e a necessidade de preservação diante de uma situação física delicada.
O retorno de Neymar traz ânimo para o Santos, que atravessa momento de recuperação no campeonato. A presença do camisa 10 pode elevar o nível de expectativas ao redor do time, mas o clube adota uma postura prudente, priorizando o processo de readaptação do jogador e o planejamento da sequência da temporada.
Além disso, o técnico argentino contou como foi a decisão de relacionar o jogador para essa partida.
“A decisão de relacionar foi uma conversa com ele. Recebi o feedback de que estava bem, de que queria jogar e que queria 10 ou 15 min. Provamos num treino curto. Essa decisão foi facilitada por ele. Não foi o treinador, foi ele”
Vojvoda também falou sobre a dificuldade de vencer jogos dentro da Vila Belmiro.
“Você me pede diagnóstico de três jogos, mas com Grêmio e Vitória o time teve posse de bola, finalizações, hoje me preocupou mais. Não tivemos chances no primeiro tempo. Quanto ao psicológico, hoje pesou um pouco todo o contexto. Cada vez menos rodadas e pressão aumentando. Há que preparar o cenário para jogos como hoje. Time sentiu que criou chances, hoje tivemos posse de bola, mas faltava criação de chances de gol. Preparar de todo aspecto”









