Mais de 30 plataformas de streaming pirata foram desativadas no Brasil após uma operação judicial coordenada pela Argentina, que derrubou servidores utilizados por essas plataformas de conteúdo audiovisual ilegal. De acordo com a Anatel, a decisão da Justiça argentina foi um marco na luta contra a pirataria no Brasil, e as autoridades brasileiras acompanharam de perto a ação.
Leia mais: Streameast, uma das maiores redes de pirataria no mundo, foi derrubada
Essas plataformas operavam por meio de aplicativos ilegais ou dispositivos como TV Box, oferecendo filmes, séries e canais de televisão sem o devido licenciamento. O governo brasileiro, em parceria com a Anatel, intensificou a fiscalização para coibir esses serviços, que geravam prejuízos bilionários à indústria de conteúdo, especialmente no setor de TV por assinatura.
A ação faz parte de uma série de medidas conjuntas entre países da América Latina, como parte de um esforço mais amplo para combater a pirataria digital, que também envolve a indústria cinematográfica e as empresas de telecomunicações. O setor de entretenimento estima que as perdas causadas pela pirataria na América Latina superam US$ 1 bilhão por ano.
O bloqueio desses sites também afeta consumidores brasileiros, que eram usuários desses serviços. No entanto, as alternativas legais de streaming estão cada vez mais acessíveis, e o mercado de conteúdo digital está se adaptando rapidamente a essa nova realidade.









