Histórico de divergências entre Toffoli e PF é exposto por Caso Master

A polícia federal achou menções sobre o ministro Dias Toffoli no celular de Daniel Vorcaro, dono do banco Master. O celular passou por perícia e o material encontrado foi enviado nesta quarta-feira (11) para o presidente do STF, Edson Fachin.

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Toffoli é o relator do processo envolvendo o Banco Master, investigado pelo STF por um suposto esquema de fraudes financeiras. O ministro divulgou nesta quinta-feira (12), uma nota admitindo ser sócio da empresa que venceu o resort Tayayá, que tinham relação com fundo de investimentos ligados a Vorcaro, mas nega amizade com Daniel e que tenha recebido algum tipo de pagamento.

Outro ponto importante, é a postura apresentada por Toffoli com a PF nos últimos meses, onde o mesmo estaria “saindo da postura esperada por um juiz”, agindo como um investigador no processo. Ações como: Determinações do que a PF deveria fazer; se provas deveriam ou não ser enviadas a Procuradoria Geral da República; selecionar peritos da PF e reduzir e organizar os cronogramas das oitivas da PF, não estão bem vistas.

O gabinete de Toffoli citou um pedido da PF para haver a suspensão do magistrado do caso, mas ressaltou que a PF não tem legitimidade para formular esse tipo de requerimento, por não ser parte no processo, pelo artigo 145 do Código do Processo Civil.

Autor

  • Anita Maia

    Jornalista em seu 2 ano da faculdade (FAM). Experiência como redatora, fotógrafa e apresentadora.

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