A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que um fisioterapeuta tenha acesso recorrente ao local onde ele cumpre prisão.
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O pedido cita a necessidade de um tratamento contínuo, não eventual, alegando que o atendimento é parte fundamental da rotina clínica do paciente.
Segundo os advogados, Bolsonaro apresenta episódios respiratórios e gastrointestinais que seriam amenizados com sessões regulares de fisioterapia, prática que, segundo a defesa, já fazia parte de sua rotina antes da prisão.
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O argumento se concentra na ideia de que o acompanhamento seria indispensável para manter a “estabilidade funcional mínima” do ex-presidente. Até o momento, Bolsonaro tem autorização apenas para atendimento cardiológico.
Já a entrada recorrente de um fisioterapeuta dependeria de uma nova permissão judicial, visto que decisões anteriores liberaram apenas visitas médicas consideradas emergenciais ou essenciais mediante comprovação documental.
Nos bastidores do Judiciário, o debate gira em torno da linha tênue entre direito à saúde e o risco de pedidos que possam ser interpretados como tentativas de flexibilizar o regime prisional.
O caso reacende discussões sobre protocolos de atendimento a presos que já possuem histórico clínico complexo, especialmente quando se trata de figuras públicas de alta visibilidade.









