Em janeiro de 2026, houve uma mudança imediata no cenário político da América do Sul. O episódio, resultado de uma operação conduzida por forças americanas, neutralizou a principal ameaça militar contra a Guiana e reduziu a tensão em torno da região de Essequibo, território rico em petróleo e alvo de disputa histórica entre os dois países.
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A área em questão, administrada pela Guiana, é reivindicada pela Venezuela desde o século XIX. A descoberta de grandes reservas de petróleo pela ExxonMobil intensificou o interesse venezuelano nos últimos anos. Em 2023, o governo Maduro realizou um referendo sobre a anexação do território, medida considerada pela Guiana como uma ameaça direta à sua soberania.
Com a retirada de Maduro, alguns analistas apontam que o risco de conflito diminuiu significativamente. A Guiana, que recentemente realizou eleições para definir a gestão de suas riquezas petrolíferas, vê o momento como uma oportunidade para avançar negociações diplomáticas consolidando sua posição internacional.
Os Estados Unidos reforçaram apoio político e econômico à Guiana, ampliando investimentos na exploração de petróleo.
Apesar da redução imediata da tensão, a disputa territorial não está resolvida. O futuro das relações entre Venezuela e Guiana dependerá das ações tomadas pelo novo governo venezuelano e da capacidade de buscar soluções diplomáticas para a questão de Essequibo.









