França e Reino Unido atacam Síria alegando prevenção ao ressurgimento do Estado Islâmico

O ano de 2026 iniciou com uma efervescente série de eventos no cenário global que despertou a atenção da sociedade.

Se por um lado o caso Estados Unidos e Venezuela instigou debates, comemorações, críticas e apreensões; agora, o ataque conjunto da França e do Reino Unido na Síria tem gerado discussões acaloradas e despertado o interesse de milhares de pessoas.

As imagens do ataque contra o Estado Islâmico (EI) foram divulgadas no sábado dia 03 de janeiro. A ação foi anunciada no último domingo (04) pelo Ministério da Defesa britânico.

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No comunicado, o Ministério da Defesa britânico afirmou que o local é uma instalação subterrânea que seria supostamente utilizada pela organização terrorista Daesh — sigla em árabe para o EI — para armazenar armas.

Na ocasião, aeronaves da força aérea real atuaram em operação conjunta para atingir túneis usados pelo grupo terrorista. Não havia população civil nas proximidades.

Segundo o Ministério da Defesa britânico:

“Os indícios iniciais são de que o alvo foi atingido com sucesso. Não há indicação de que o ataque tenha representado qualquer risco para os civis, e todas as nossas aeronaves regressaram em segurança”.

O EI havia sido derrotado territorialmente em 2019, na Síria, porém continua presente no país, sobretudo no extenso deserto.

O ataque, segundo o comunicado, teve a intenção de “ajudar a prevenir qualquer tentativa de ressurgimento do movimento terrorista”.

John Healey, Secretário de Estado para a Defesa do Reino Unido, afirmou o seguinte:

“Esta operação, para eliminar terroristas perigosos que ameaçam o nosso modo de vida, demonstra como as nossas Forças Armadas estão prontas para agir, durante todo o ano, mantendo a Grã-Bretanha segura”.

Cabe lembrar que a França e o Reino Unido fazem parte de uma coligação liderada pelos Estados Unidos na luta contra os militantes do EI há mais de uma década.

Autor

  • Diogo

    Diogo Berns é formado em Cinema, com mestrado e doutorado em Estudos da Tradução, na área de adaptações audiovisuais (UFSC). Especialista em Música Litúrgica (UNISAL).
    Professor conteudista, revisor textual, redator e roteirista de games, videoaulas e podcasts na área EaD.
    Possui experiência com audiobooks - voz, direção e edição de som - edição de vídeos, social media e diretor de vídeo institucional.

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