Jurados do caso ‘Diddy’ revelam motivos da condenação em nova série da Netflix

A Netflix lançou, nesta semana, a série documental “Sean Combs: O Acerto de Contas”, que analisa as acusações feitas contra o rapper P. Diddy. Na produção, alguns dos jurados que participaram do julgamento explicam o que levaram em conta na hora de proferir seus votos.

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Em outubro deste ano, o rapper foi sentenciado a quatro anos e dois meses de prisão por crimes relacionados à tráfico sexual e prostituição. O júri absolveu Diddy dos crimes mais graves, como extorsão, pelo qual poderia ser condenado à prisão perpétua, e tráfico sexual das ex-namoradas, que poderia acarretar mais duas décadas de prisão.

No documentário, uma das juradas entrevistadas, identificada como jurada 160,  afirmou que estava certa de seu voto, mas que sabia que o veredicto geraria polêmica justamente por ser mais brando do que a opinião pública esperava. Como ela explica:

“Quando estávamos na sala de deliberação e chegamos a um acordo no qual ele era apenas culpado por duas acusações, minhas palavras exatas foram: ‘Oh, caramba’”.

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Outro jurado, identificado como Jurado 75, diz que chegou ao caso sem conhecer a trajetória do músico. Ele declarou ter ficado perplexo com a dinâmica de Ventura, ex-namorada do rapper, e Combs, que mantiveram um relacionamento de mais de uma década, marcado por idas e vindas mesmo após episódios de agressão. Em seu relato, o jurado descreveu a relação como “confusa” e disse que o comportamento do casal após as brigas, incluindo trocas de mensagens e viagens, levantava dúvidas entre o júri.

A série documental chegou à Netflix em 2 de dezembro e foi duramente criticada pela equipe de Diddy. Por meio de um comunicado, publicado no dia , representantes do artista chamaram o projeto de “ataque vergonhoso” e acusaram a plataforma de streaming de utilizar imagens particulares sem autorização. “É injusto e ilegal”, diz a nota.

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