Em nova decisão judicial, na última quinta (2), o juiz Lewis Liman rejeitou 10 das 13 alegações feitas por Blake Lively contra Justin Baldoni. Lively, que contracenou com Baldoni no longa “É Assim Que Acaba”, acusa o colega de elenco de assédio, difamação e conspiração durante os bastidores do filme.
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Após as gravações do longa, em 2024, Lively acusou Baldoni de assédio sexual e de fazer comentários impróprios sobre sua aparência. Além disso, ela também afirma que o colega de elenco contratou um grupo de profissionais para manchar sua reputação e prejudicar a credibilidade de suas acusações.
Em comunicado à Page Six, Sigrid McCawley, integrante da equipe jurídica de Blake Lively afirmou:
“Este caso sempre foi e continuará focado na retaliação devastadora e nas medidas extraordinárias que os réus tomaram para destruir a reputação de Blake Lively porque ela defendeu a segurança no set. Essa é a causa que irá a julgamento.”
Sobre as alegações, o ator afirmou que a atriz exagerou nas denúncias para aumentar seu poder sobre a produção do longa em que trabalharam juntos. Em depoimento, a defesa de Baldoni declarou estar “grata ao tribunal”e “ansiosa para apresentar sua defesa” no julgamento. Após as acusações, o ator também processou Lively e seu marido, Ryan Reynolds, além de mover um processo contra o jornal “The New York Times”, que publicou uma reportagem sobre as acusações. Ambas as ações foram rejeitadas pela justiça.
Sobre as denúncias de Blake Lively, o tribunal entendeu que a atriz atuava como “contratada independente” e não como “funcionária”, o que inviabilizou as queixas com base na Lei dos Direitos Civis de 1964. As três acusações que sobraram, dentre elas quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação, seguem para julgamento, que está previsto para 18 de maio.








