Algumas seleções ainda têm um grande desafio antes da Copa do Mundo: passar por uma repescagem que pode garantir a vaga da nação no Mundial. Esse é o caso da tetracampeã mundial Itália, que não participa de Copas há duas edições, e espera retornar neste ano. Nesta quinta-feira (26), a seleção europeia enfrenta a Irlanda do Norte por uma chance de estar na competição em junho.
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Se vencer, a Itália enfrenta o ganhador do duelo entre País de Gales e Bósnia e Herzegovina, que também disputam por uma vaga. A seleção que vencer no fim já tem um lugar garantido no Grupo B, ao lado de Canadá, Catar e Suíça. Na campanha das eliminatórias, a seleção italiana venceu seis jogos e perdeu dois, ambos para a Noruega, que ficou em primeiro lugar do grupo e conquistou classificação direta para o Mundial.
O treinador e ex-jogador campeão da Copa do Mundo de 2006 com a Itália Gennaro Gattuso, em entrevista coletiva, falou sobre a responsabilidade que carrega sobre levar a Itália à Copa e como esse objetivo não sai do seu pensamento nos últimos meses. Além disso, comentou sobre a seleção voltar com o seu protagonismo no futebol internacional:
“Há sete meses que, antes de dormir e ao acordar, ouço a frase: ‘Nos leve ao Mundial’. Não quero pensar que as coisas podem correr mal. Quero pensar positivo. É necessária muita tranquilidade e a consciência de que enfrentamos bons jogadores. Temos que conseguir ir a este Mundial porque é fundamental para nós. O objetivo é voltar onde estivemos durante muitos anos e também como protagonistas”.
Ainda segundo o técnico, o zagueiro Alessandro Bastoni e o atacante Gianluca Scamacca são as únicas dúvidas para a partida decisiva. Uma possibilidade que vem sendo estudada e praticada pelo elenco da seleção é a disputa de pênaltis, o que pode acontecer se a partida não tiver gols ou terminar em um empate.









