O atleta que compete no esqui cross-country paralímpico conquistou a prata no sprint sitting classe LW11 (classe de atletas com deficiência nos membros inferiores e no tronco, mas que mantêm boa atividade muscular abdominal superior e equilíbrio sentado).
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Ribera dominou boa parte da prova, mas acabou sendo ultrapassado na reta final pelo chinês Zixu Liu, que fez o tempo de 2min28s, enquanto Ribera finalizou a prova com 2min29s6. O cazaque Yerbol Khamitov completou o pódio com 2min29s9.
O atleta, natural de Cerejeiras, no interior de Rondônia, nasceu com artrogripose, doença congênita que afeta as articulações, tornando-as rígidas, e se mudou com a família para São Paulo em busca de tratamento. Começou no esporte testando diferentes modalidades e, em 2015, decidiu se dedicar ao esqui cross-country paralímpico. Em 2017, iniciou sua participação em competições internacionais e se classificou para PyeongChang 2018, onde conquistou um sexto lugar (até então o melhor resultado da história do Brasil). Ele é irmão da também atleta Duda Ribeira, que competiu nos Jogos Olímpicos de Inverno no esqui cross-country, em Milão-Cortina.
Dentre as diversas conquistas, está o Globo de Cristal da modalidade paralímpica, se sagrando campeão geral da temporada 2024/2025. No início de 2026, o atleta conquistou ouro nas provas de 1km e 10km na etapa da Copa do Mundo, em Finsterau, na Alemanha.
Ribera ainda compete na prova de 10 km do esqui cross-country no dia 11, no revezamento misto no dia 14 e na prova de 20 km, que acontece em 15 de março.









