Confiança, testes e meta: Tatu analisa momento da equipe no início da temporada

A mudança na comissão técnica não abalou a confiança do elenco. Pelo contrário. Mesmo com a saída do antigo treinador e a chegada de novos profissionais à staff, o ambiente interno segue positivo, segundo o jungler da equipe, que destacou a confiança coletiva no trabalho desenvolvido fora e dentro do jogo.

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Claro que existem intrigas, isso é normal em qualquer time, mas a gente está muito positivo. Todo mundo confia bastante no trabalho do head coach, dos analistas, do psicólogo e do fisioterapeuta”, afirmou. A manutenção da line-up também tem sido um fator importante para a estabilidade neste início de temporada.

Dentro de jogo, o primeiro split tem servido como laboratório. Com o Fearless Draft, a equipe tem explorado estilos diferentes do habitual, inclusive com escolhas que surpreenderam o público, como a Anivia no mid. Segundo o jogador, a ideia é ampliar o repertório estratégico.

A gente costuma jogar de forma mais agressiva, e a Anivia pede um jogo mais controlado e lento. Estamos testando isso porque não dá pra garantir sempre o mesmo estilo de draft. Precisamos saber jogar o básico de outras composições”, explicou. Sobre o Wukong, ele destacou a versatilidade do campeão, capaz de se adaptar a diferentes ritmos de partida.

Ao analisar o campeonato, o jungler destacou o alto nível de competitividade. Mesmo com um formato curto e classificação geral para os playoffs, ele vê equilíbrio entre as equipes e pouca margem para erros. “Todo mundo consegue tirar jogo de todo mundo. Não tem mais aquele time que você entra sabendo que vai ser uma humilhação”, avaliou, citando a própria equipe como um dos times de topo, mas alertando para a importância de corrigir falhas rapidamente.

Um dos destaques citados foi a Leviatán, equipe que, apesar dos resultados negativos, tem apresentado desempenho competitivo.

Eles são um time chato de jogar contra. O 0–3 não reflete a gameplay deles. Muita gente achava que seriam o pior time, mas estão jogando bem e podem surpreender, comentou.

O jogador também analisou as mudanças recentes no jogo, especialmente nas missões e no impacto das rotas. Para ele, o tão comentado sétimo item raramente chega a ser decisivo, enquanto as vantagens concedidas ao top, como bônus de experiência e escudos, têm impacto mais direto. Ainda assim, fez uma observação bem-humorada sobre sua posição:

Jungle é miserável desde sempre. A posição vem sendo punida com o tempo”.

Por fim, ao falar sobre o meta da selva, destacou que campeões precisam ser úteis antes e depois do nível 6.

“Não basta só ter uma ultimate forte. Tem que conseguir jogar o early, fazer skirmish. Por isso aparecem picks como Malphite, Jarvan e Jayce. Campeões muito fracos antes do 6 acabam ficando de fora”, concluiu.

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