Brasil perde posição no PIB mundial

O Brasil já chegou a ocupar uma posição de destaque entre as maiores economias do planeta. Entre 2010 e 2014, o país figurou como a sétima maior economia do mundo em termos de Produto Interno Bruto (PIB). No entanto, a partir da crise econômica iniciada em 2015, o desempenho perdeu força e o país começou a recuar no ranking global.

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Nos últimos anos, essa tendência de queda se intensificou. Este é o terceiro ano consecutivo em que o Brasil perde posições na lista das maiores economias. Em 2023, o país havia conseguido retornar ao grupo das dez maiores economias, ocupando a nona colocação.

Já em 2024, apesar de registrar crescimento econômico de 3,4%, o Brasil foi ultrapassado pelo Canadá e caiu para o décimo lugar. Agora, com a recente ultrapassagem pela Rússia, o país deixa novamente o grupo das dez maiores economias do mundo.

A deterioração do posicionamento brasileiro também tem relação com os efeitos prolongados da crise econômica iniciada na década passada. Em 2020, primeiro ano da pandemia de COVID-19, o Brasil saiu do top 10. Em 2022, o país já aparecia na 11ª posição — a mesma colocação registrada atualmente.

Ranking

1 – Estados Unidos com US$ 30,62 trilhões

2 – China com US$ 19,46 trilhões

3 – Alemanha com US$ 5,02 trilhões

4 – Japão com US$ 4,22 trilhões

5 – Índia com US$ 4,12 trilhões

6 – Reino Unido com US$ 3,95 trilhões

7 – França com US$ 3,36 trilhões

8 – Itália com US$ 2,55 trilhões

9 – Rússia com US$ 2,54 trilhões

10 – Canadá com US$ 2,28 trilhões

11 – Brasil com US$ 2,27 trilhões

12 – Espanha com US$ 1,89 trilhões

13 – México com US$ 1,88 trilhões

14 – Austrália com US$ 1,84 trilhões

15 – Coreia com US$ 1,84 trilhões

Ainda para 2026

De acordo com estimativas da Austin Rating, o ranking das maiores economias do mundo não deve apresentar mudanças significativas em 2026. A projeção indica que o Brasil deverá permanecer na 11ª posição.

Entre as possíveis alterações no grupo das 50 maiores economias, a principal expectativa é que a Índia ultrapasse o Japão, movimento que pode alterar a configuração das principais posições do ranking global.

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