A TV Globo resolveu investir em uma proposta diferente. Na última segunda-feira, durante a exibição de Três Graças, lançou, em suas redes sociais, a novelinha vertical “Loquinha”, spin off do casal Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabriela Medvedovsky), que vem conquistando o público desde o início da trama.
LEIA TAMBÉM: MEC lança biblioteca digital com grande diversidade de livros
O projeto busca aproximar o público jovem da produção audiovisual, por meio de episódios curtos e diretos, em formato vertical, mas com a mesma qualidade da novela exibida na televisão. Foram 25 episódios lançados de uma vez só, cada um com cerca de 4 minutos de duração. O nome da novelinha, “Loquinha”, veio de uma criação dos fãs, que passaram a apelidar o casal dessa forma nas redes sociais, levando o termo até mesmo para dentro da própria novela. A nova produção permite que o telespectador esteja cada vez mais conectado com a história e que o casal tenha um maior desenvolvimento:
“Tem o desenvolvimento de histórias e conflitos que acaba, às vezes, não dando tempo de aproveitar na novela, e que a gente, na novelinha, está conseguindo”, afirma Gabi Medvedovsky.
Além das protagonistas, as personagens Lucélia (Daphne Bozaski) e Maggye (Mell Muzzillo) também se tornaram importantes para o enredo da novelinha. A novidade foi a atriz Ingrid Gaigher, que interpreta Teca, ex-namorada de Juquinha. Ela retorna à vida da policial após Lucélia, a mando de Santiago Ferette (Murilo Benício), pai de Lorena, desenvolver um plano para separar o casal, que já planeja morar junto.
Em pouco tempo de estreia, a produção já acumula milhares de visualizações e compartilhamentos, além de comentários positivos nas redes sociais. A trama é um passo importante para a teledramaturgia brasileira pois, pela primeira vez, exibe um casal de duas mulheres de forma não censurada:
“Do primeiro beijo para o que foi desenvolvido da história, até aqui, muita coisa mudou. A gente está conseguindo, pela primeira vez, desenvolver a trama de uma casal lésbico em uma novela das 9. Mas, também, em uma narrativa que é um pouco mais acessível para pessoas mais jovens”, destaca Alanis Guillen.









