Em 10 de janeiro de 2016, David Bowie, um dos nomes mais influentes da música e da cultura pop faleceu. Dez anos depois, sua ausência ainda ecoa, mantendo seu legado e trajetória. Bowie não foi apenas um cantor ou compositor: foi um criador de mundos, um artista que desafiava convenções e expandiu os limites da arte contemporânea.
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Nascido David Robert Jones, Bowie construiu uma carreira marcada pela reinvenção constante. De Ziggy Stardust ao Thin White Duke, seus alter egos não eram apenas personagens, mas manifestações de uma estética que questionava padrões de gênero, moda e comportamento.
A morte de Bowie, dois dias após o lançamento de Blackstar, seu último álbum, foi interpretada como um gesto artístico final. O disco, repleto de metáforas sobre mortalidade e transcendência, acabou por consolidar a imagem de um criador que até seu último instante transformou sua vida em arte.
Dez anos depois, Bowie continua a inspirar músicos, cineastas, estilistas e pensadores. Sua influência atravessa gerações e se manifesta em tributos, exposições e releituras de sua trabalho. Bowie é lembrado como um visionário que antecipou debates sobre diversidade, identidade e liberdade criativa, se tornando algo mais que um ícone pop.
A efeméride de 2026 não é apenas uma lembrança de sua partida, mas também uma celebração da permanência de sua arte. Bowie não morreu transformou-se em referência eterna, um farol para todos que acreditam que a cultura pode e deve ser um espaço de reinvenção.









